Obras fortalecem saúde pública e desenvolvimento regional
26 fevereiro, 2026 - 17h03
Por: Redação
Mato Grosso do Sul vive um novo ciclo de expansão do saneamento básico. Atualmente, 49 municípios contam com obras em execução nas áreas de esgotamento sanitário e abastecimento de água, consolidando o setor como eixo estratégico para o desenvolvimento e a saúde pública no Estado.
Ao todo, são 36 obras voltadas à ampliação da rede de esgoto e 13 frentes de trabalho no sistema de abastecimento de água tratada. O cenário já é expressivo: o abastecimento está universalizado nas 68 cidades atendidas pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul), enquanto a cobertura de esgoto alcança 75,15%.
A meta do Governo do Estado é ambiciosa — antecipar o prazo de universalização previsto pelo novo marco legal do saneamento, que estabelece 2033 como limite nacional.
Na área de esgoto, 36 municípios possuem contratos em execução. Desse total, 26 cidades contam com obras realizadas por meio da Parceria Público-Privada (PPP) com a Ambiental MS Pantanal. Entre elas estão Amambai, Caarapó, Camapuã, Coxim, Maracaju, Miranda, Nova Andradina, Rio Brilhante, Selvíria, Sete Quedas, Sidrolândia e Sonora.
Paralelamente, a Sanesul mantém 21 contratos em execução direta, distribuídos em 17 municípios, incluindo Dourados, Três Lagoas, Paranaíba, Mundo Novo, Nioaque, Pedro Gomes e Vicentina.
Somente em 2025, 24 contratos de esgotamento sanitário foram concluídos em 16 municípios, ampliando gradativamente a cobertura e aproximando o Estado da universalização plena.
Para o diretor-presidente da Sanesul, Renato Marcílio, o saneamento vai além da infraestrutura. “Estamos avançando de forma consistente para ampliar a cobertura de esgoto e antecipar a meta do marco legal. Cada obra entregue representa mais saúde, mais preservação ambiental e mais qualidade de vida para a população”, destacou.

Mesmo com o abastecimento de água já universalizado nas cidades atendidas, os investimentos continuam. Em 2026, estão em andamento 17 contratos de obras no sistema de água, distribuídos em 13 municípios, entre eles Dourados, Ponta Porã, Chapadão do Sul, Coxim, Bataguassu, Ribas do Rio Pardo e Terenos.
As intervenções incluem ampliação de redes, modernização de estações de tratamento, construção de reservatórios e perfuração de novos poços — medidas estratégicas diante do crescimento urbano e dos períodos prolongados de estiagem.
“Universalizar não significa parar de investir. Continuamos perfurando novos poços, ampliando reservatórios e modernizando os sistemas para garantir segurança hídrica, redução de perdas e atendimento com qualidade”, reforçou Marcílio.
Os reflexos do saneamento vão muito além das redes subterrâneas. A expansão da cobertura de esgoto reduz doenças de veiculação hídrica, melhora indicadores de saúde pública e protege mananciais, evitando o despejo irregular de dejetos em rios e córregos.
Com 75,15% de cobertura de esgoto e abastecimento de água universalizado nas cidades atendidas, Mato Grosso do Sul se posiciona entre os estados que mais avançam rumo à universalização antes do prazo nacional.
“Investir em água e esgoto é investir em dignidade, desenvolvimento e futuro para Mato Grosso do Sul”, concluiu o diretor-presidente da Sanesul.

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