Justiça mantém presa mulher suspeita de agredir bebê de 7 meses em MS

Criança segue internada após dar entrada no Hospital Regional de Nova Andradina com sinais de maus-tratos; Polícia Civil investiga o caso

28 maio, 2026 - 19h13


A prisão em flagrante aconteceu na terça-feira (26), depois que a bebê deu entrada no Hospital Regional de Nova Andradina (FOTO: Jornal da Nova)

Por: Redação, com informações do Jornal da Nova

 

A Justiça manteve presa a mulher suspeita de agredir a própria filha, uma bebê de apenas 7 meses, em Mato Grosso do Sul. A decisão ocorreu após audiência de custódia e levou em consideração a gravidade das lesões apresentadas pela criança e o risco de novos episódios de violência.

A prisão em flagrante aconteceu na terça-feira (26), depois que a bebê deu entrada no Hospital Regional de Nova Andradina com diversos ferimentos e sinais de possíveis maus-tratos. A equipe médica identificou lesões incompatíveis com a versão apresentada pela mãe e acionou as autoridades policiais.

Segundo informações apuradas pelo Jornal da Nova, a mulher seria moradora de uma fazenda na região de Ribas do Rio Pardo. Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Nova Andradina, onde o flagrante foi ratificado.

Histórico de suspeita de violência

Durante a investigação inicial, a Polícia Civil constatou que já havia um registro anterior envolvendo suspeita de maus-tratos contra a mesma criança, ocorrido no início deste mês. O histórico pesou na decisão judicial que converteu a prisão em preventiva.

Na decisão, à qual o Jornal da Nova teve acesso, o Judiciário destacou a possibilidade de reiteração criminosa e a gravidade concreta da conduta. O documento aponta indícios de repetição de violência contra a bebê em curto intervalo de tempo.

A criança permanece internada em uma unidade hospitalar de referência, sob acompanhamento médico.

Foto: Jornal da Nova

Investigação continua

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias das lesões e a responsabilidade da suspeita. A mulher foi transferida para uma cela da Delegacia de Polícia Civil de Batayporã, onde permanece à disposição da Justiça.

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