Em Inocência, por exemplo, o tráfego central está sendo completamente redesenhado por meio de um sistema integrado de circulação em mão única, uma medida primordial para eliminar pontos críticos de colisão frontal. Esse novo modelo ganha o suporte de sinalização técnica em rotatórias, para distribuir o fluxo de veículos; além da implantação de faixas elevadas destinadas a garantir a acessibilidade de pedestres.
Seguindo essa mesma premissa de que a engenharia de trânsito de planejada para cada cidade, o projeto executivo em Rio Verde de Mato Grosso priorizou a moderação da velocidade média de circulação urbana. As frentes de trabalho espalharam-se pelo município com a implantação estratégica de novas faixas elevadas e lombadas, neutralizando os principais pontos de conflito e oferecendo uma travessia segura aos pedestres.
Na capital, Campo Grande, a modernização acompanha a dinâmica, estendendo-se desde a ampla sinalização na infraestrutura de atendimento da Sede do Detran-MS até o Parque dos Poderes. “Visando o bem-estar e a proteção de quem utiliza o espaço público para o esporte e o lazer, o projeto viabilizou faixas elevadas adicionais e o fornecimento de um ordenamento viário que inclui lombadas modulares de borracha e cavaletes zebrados refletivos. Essas ferramentas dão suporte logístico e operacional direto para a fiscalização de trânsito em ações como o projeto “Amigos do Parque”, assegurando que a população usufrua das vias com risco reduzido”, detalha engenheiro Lúcio Adeur Xarão Jorge, Gerente de Engenharia de Trânsito do Detran-MS.
“Cada placa instalada, cada faixa pintada e cada alteração de sentido de fluxo convergem para o mesmo objetivo humanitário: garantir que o cidadão possa transitar com a certeza de que a engenharia trabalha para guiar seus passos, ordenar as ruas e, acima de tudo, salvar vidas”, finaliza Maria Moura.
Emmanuelly Castro, Comunicação Detran-MS
Fotos: DIREG
