Sob liderança de Riedel, Rota Bioceânica consolida Mato Grosso do Sul como nova porta de entrada para os mercados do Pacífico

Gestão do governador Eduardo Riedel transforma corredor internacional em estratégia para atrair investimentos, ampliar exportações, fortalecer o turismo e gerar oportunidades para empresas e trabalhadores sul-mato-grossenses.

08 julho, 2026 - 11h35


Desde o início de sua gestão, Riedel tem conduzido uma política voltada à expansão da infraestrutura logística como instrumento de crescimento econômico

 

Por: Redação

 

A visão estratégica do governador Eduardo Riedel (Progressistas) para inserir Mato Grosso do Sul no centro das novas rotas do comércio internacional ganhou mais um importante capítulo com a realização do Tarapacá Day, em Campo Grande. O encontro reuniu autoridades brasileiras e chilenas, empresários e representantes de instituições públicas para fortalecer a integração entre os dois países e ampliar as oportunidades abertas pela Rota Bioceânica.

Mais do que acompanhar uma obra de infraestrutura, a gestão de Riedel conduz um projeto de desenvolvimento que reposiciona Mato Grosso do Sul no cenário econômico sul-americano. A conexão com os portos do Oceano Pacífico reduzirá distâncias, diminuirá custos logísticos e ampliará a competitividade dos produtos sul-mato-grossenses nos mercados da América Latina e da Ásia.

Para o governador, a Rota Bioceânica representa uma política de desenvolvimento capaz de transformar a economia do Estado e criar oportunidades em todas as regiões.

“Com o avanço do Corredor Bioceânico, seguimos construindo uma rota estratégica para conectar nosso Estado aos mercados do Pacífico, gerando desenvolvimento, competitividade e mais oportunidades para quem vive e empreende em Mato Grosso do Sul”, afirmou Eduardo Riedel.

Desde o início de sua gestão, Riedel tem conduzido uma política voltada à expansão da infraestrutura logística como instrumento de crescimento econômico. A integração internacional é tratada como prioridade porque fortalece a capacidade do Estado de atrair investimentos, ampliar a produção, estimular novos negócios e gerar empregos.

A parceria construída com a região chilena de Tarapacá é resultado desse trabalho permanente de articulação institucional. Desde 2024, Campo Grande passou a ser reconhecida pelos chilenos como um dos principais polos logísticos da futura ligação entre o Centro-Oeste brasileiro e o Pacífico, abrindo espaço para novas relações comerciais, intercâmbio empresarial e cooperação entre os dois territórios.

Na avaliação do governador, porém, o sucesso da Rota Bioceânica não será medido apenas pelo fluxo de cargas. O objetivo é fazer com que os benefícios cheguem também aos pequenos empreendedores, ao comércio, aos hotéis, restaurantes, transportadoras, produtores rurais, prestadores de serviços e às cidades que serão impactadas pelo novo corredor internacional.

Por isso, a gestão estadual trabalha simultaneamente em outras frentes, como qualificação profissional, melhoria da infraestrutura, fortalecimento dos serviços públicos, apoio aos municípios e preparação
do setor produtivo para aproveitar as oportunidades que surgirão com a nova dinâmica econômica.

A estratégia coloca Mato Grosso do Sul em uma posição inédita na geografia econômica da América do Sul. Historicamente reconhecido pela força do agronegócio, o Estado passa a ocupar também papel estratégico como corredor internacional de integração entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile, conectando a produção brasileira aos mercados do Pacífico.

Essa transformação reforça uma das principais marcas da administração de Eduardo Riedel: utilizar o planejamento de longo prazo para converter grandes investimentos em resultados concretos para a população. Na prática, isso significa criar condições para reduzir custos de produção, ampliar mercados consumidores, estimular o turismo, fortalecer o comércio regional e impulsionar a geração de emprego e renda.

“O resultado esperado precisa aparecer no custo menor para produzir e exportar, no negócio que conquista novos mercados, no hotel que recebe mais hóspedes, no restaurante que amplia seu movimento, no jovem que encontra emprego qualificado e no empreendedor que passa a vender para
além da fronteira local”, destacou o governador.

A próxima etapa da gestão será transformar os avanços diplomáticos e institucionais em novos investimentos, parcerias empresariais e projetos capazes de potencializar os efeitos econômicos da Rota Bioceânica. O objetivo é garantir que a integração internacional produza desenvolvimento sustentável em todas as regiões de Mato Grosso do Sul.

Sob a liderança de Eduardo Riedel, Mato Grosso do Sul deixa de ser apenas um corredor de passagem para assumir posição de protagonista na integração continental. A Rota Bioceânica passa a representar não apenas uma nova ligação logística, mas uma política pública voltada à geração de oportunidades, ao fortalecimento da economia e à construção de um Estado cada vez mais competitivo. Uma agenda que traduz a visão do Progressistas de promover desenvolvimento com planejamento, diálogo e resultados concretos para a população.

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