Suzano praticamente dobra rede de monitoramento contra incêndios florestais em MS

Com novos investimentos, empresa saltou de 30 para 56 estruturas de observação contra focos de incêndio em áreas próprias e no entorno, incluindo de conservação ambiental

30 julho, 2025 - 07h00


Por: Redação

 

Com a chegada do período mais crítico da estiagem, a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, praticamente dobrou a rede de monitoramento contra incêndios florestais, em Mato Grosso do Sul. Com novos investimentos, a empresa ampliou de 30 para 56 o número de torres de monitoramento por vídeo em suas áreas florestais – um aumento significativo na rede. A iniciativa tem como objetivo reforçar as ações de prevenção e combate a incêndios, tanto nas áreas plantadas com eucalipto quanto nas áreas de proteção ambiental e nas unidades de conservação localizadas no entorno das operações da empresa.

“Nosso trabalho vai além da proteção dos ativos florestais da empresa. Combater incêndios é uma forma direta de preservar matas nativas, proteger a fauna local e garantir a segurança das comunidades vizinhas. Para isso, mantemos o ano todo uma estrutura robusta de prevenção, monitoramento e combate a focos de incêndio, integrada ao esforço da companhia pela conservação da biodiversidade. Esse trabalho se intensifica neste período, quando o risco de propagação aumenta devido às condições climáticas”, destaca Amarildo José Nunes, gerente de Inteligência Patrimonial da Suzano em Mato Grosso do Sul.

As torres de monitoramento contam com 54 metros a 72 metros de altura e são equipadas com câmeras 360º, com capacidade para detectar focos de incêndio, num raio de até 15 quilômetros. A rede de monitoramento por vídeo opera 24 horas por dia, 7 dias por semana, com envio em tempo real das imagens de toda a área florestal da companhia e alertas em caso de detecção de focos de incêndio.

As informações – que incluem monitoramento em tempo real por câmeras de alta resolução com Inteligência Artificial embarcada – são enviadas para as duas Centrais de Monitoramento, uma na Unidade de Três Lagoas e outra na Unidade de Ribas do Rio Pardo, garantindo respostas rápidas e eficazes a possíveis focos de incêndios florestais. São essas centrais que coordenam a atuação dos(as) brigadistas.

Somente em Mato Grosso do Sul, a companhia conta com uma brigada composta por mais de 250 profissionais mobilizados e preparados para atuar em ocorrências em florestas plantadas e em matas nativas, além de profissionais treinados que podem ser acionados em caso de necessidade.

 

Infraestrutura

Durante o período de estiagem, o reforço inclui a permanência de aeronaves de combate a incêndio de prontidão nas duas unidades da companhia no Estado. “Sabemos que, na seca, o fogo pode se espalhar rapidamente e atingir áreas ambientalmente sensíveis. Por isso, mantemos um sistema robusto de vigilância e resposta rápida para reduzir danos e proteger os ecossistemas locais. Na Suzano, temos um direcionador que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’ e a biodiversidade do nosso estado é um patrimônio coletivo que precisa ser protegido”, acrescenta Amarildo.

A estrutura da Suzano também inclui caminhões com capacidade de até 18 mil litros, caminhões-pipa, caminhonetes 4×4, kits de emergência e equipamentos de proteção individual, posicionados em pontos estratégicos para atuação imediata. Ao todo, a Suzano mantém em Mato Grosso do Sul 1,136 milhão de hectares em Mato Grosso do Sul, dos quais 327 mil hectares são destinados exclusivamente à conservação da biodiversidade, que incluem áreas de proteção permanente e vegetação nativa.

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