Com atração de investimentos, qualificação profissional e fortalecimento das vocações regionais, Mato Grosso do Sul amplia oportunidades e mantém saldo positivo de empregos formais.
27 junho, 2026 - 14h01
Para Eduardo Riedel, desenvolvimento econômico precisa chegar ao cotidiano da população.
Em Mato Grosso do Sul, os números da economia têm ganhado rosto, endereço e histórias de recomeço. Desde 2023, o crescimento registrado em diferentes setores da atividade econômica tem se refletido diretamente no mercado de trabalho, ampliando oportunidades para milhares de sul-mato-grossenses que conquistaram o primeiro emprego ou voltaram ao mercado formal.
Sob a gestão do governador Eduardo Riedel, do Progressistas, o Estado consolidou uma estratégia baseada na atração de investimentos, na qualificação profissional e no fortalecimento das vocações econômicas de cada região. O resultado aparece nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged): Mato Grosso do Sul mantém saldo positivo de empregos formais e figura entre os estados com menor taxa de desemprego do país.
Mais do que estatísticas, os números revelam uma transformação que alcança cidades de diferentes portes. Em Campo Grande, principal centro econômico do Estado, os setores de serviços, comércio e construção civil continuam impulsionando a contratação de trabalhadores. Em Dourados, a força da agroindústria e do setor de serviços mantém o município entre os maiores geradores de vagas.
No leste do Estado, Três Lagoas segue consolidada como polo industrial, enquanto Ribas do Rio Pardo vive uma das maiores expansões econômicas de sua história com a chegada de grandes investimentos da cadeia da celulose. Já Inocência desponta como nova fronteira do desenvolvimento, impulsionada pela instalação de empreendimentos industriais que começam a mudar a realidade econômica da região.
A transformação também alcança municípios ligados ao agronegócio, como Chapadão do Sul, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia e Nova Alvorada do Sul, onde a expansão da produção agrícola, da proteína animal e da agroindústria tem ampliado a oferta de trabalho.
Por trás dos indicadores estão histórias de pessoas que encontraram uma nova oportunidade. São trabalhadores que estavam desempregados e voltaram a ter carteira assinada por meio dos feirões da empregabilidade e da intermediação realizada pela Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab). Em diversos municípios, jovens conseguiram o primeiro emprego e famílias recém-chegadas ao Estado encontraram uma porta de entrada para reconstruir a vida profissional.
Para Eduardo Riedel, desenvolvimento econômico precisa chegar ao cotidiano da população. “Cada investimento que chega a Mato Grosso do Sul precisa se transformar em oportunidade, emprego e renda para as famílias. Esse é o sentido do desenvolvimento: fazer a economia crescer, mas garantir que esse crescimento melhore a vida das pessoas”, afirmou o governador.
A política de desenvolvimento adotada pelo Governo do Estado busca integrar crescimento econômico e formação de mão de obra. Programas de qualificação profissional passaram a acompanhar a chegada dos investimentos, preparando trabalhadores para novas demandas da indústria, da logística, da bioenergia e do setor de serviços.
Essa estratégia tem permitido que diferentes regiões participem do novo ciclo econômico. O crescimento que antes era medido apenas por indicadores hoje se traduz em empregos formais, renda circulando nos municípios e mais segurança para milhares de famílias.
Ao transformar investimentos em oportunidades, Mato Grosso do Sul constrói um novo ciclo de desenvolvimento, em que a prosperidade deixa de ser apenas um conceito econômico e passa a fazer parte do cotidiano das pessoas.
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